Monday, February 11, 2008

2O Anos do nosso Agrupamento 0842

E acabou.....agora pessoal é trabalhar para os 21 anos....:)

somos pioneiros a nossa cor e o azul........

Que grande grupo de animação....eu adorovos....;)

estams no descanso...:)

os F8.....agora sao 7 pk uma saiu...

estuda a promessa......marina

eu.....:)

o nosso v.p. (vo pinheiro)..hihi
o resto do grupo pioneiro??? aiai lol

Que comilao!!

A nossa parede de escalada e o nosso antigo chefe de grupo.....

Aniversário do vitor e do queiros.....:) PARABENS

Sunday, February 10, 2008

SANTIAGO DE COMPOSTELA

Que cançados......!!!!

E o nosso grande chefe!!!! Que apaixonado.
aprendam ....lol

Quem é que nos somos?? PIONEIROS!!!!:)


Dalé queiros!!!

pk sais te jorge???lol



Friday, March 30, 2007

O cumprimento escutista

A Canhota

Durante o Verão de 1946, um jovem da África Ocidental (actual Namíbia) chamado Djabonar veio a Gilwell-Park, ao Campo Escola Internacional.
Esperava ele vir a ser, mais tarde, Comissário Adjunto da Costa do Ouro.
Quando o Chefe do Campo falava acerca da maneira de se cumprimentar com a mão esquerda, Djabonar contou-lhe como, aquando da queda de Kumassi, capital de Prempeh, rei do povo Ashanti e seu avô, um dos chefes veio ao encontro de Baden-Powell e estendeu-lhe a mão esquerda. B.P. apresentou-lhe a mão direita, mas o chefe disse:
-"Não! No meu país, ao mais bravo entre os bravos, cumprimenta-se com a mão esquerda".
Entre as numerosas explicações do aperto da mão esquerda dos Escuteiros, não há dúvida de que esta narração seja a da sua origem.
Quando da minha estadia em África, em Fevereiro/Março de 1947, encontrei-me com Prempeh II, que havia sucedido a seu tio na qualidade de rei dos Ashantis. Ele próprio havia sido Escuteiro e é actualmente Comissário Honorário.
Perguntei-lhe a origem deste cumprimento que os seus compatriotas trocavam com a mão esquerda e relatei-lhe a história que conhecia.
Ele surpreendeu-se que um Europeu a conhecesse e explicou-me que isso era um sinal secreto duma Ordem de Nobreza de raça entre os Ashantis, sendo os seus superiores os mais corajosos e os mais dignos.
Mas este sinal não é limitado aos indígenas Ashantis, porque eu observei este costume, denominado «Owor Ogum». «Owor Ogun» é o deus dos guerreiros e dos caçadores, e, não há muito tempo, quando o Sr. Blair, Administrador Territorial em Ibadam, regressava duma caçada ao leopardo, encontrou um velho caçador que o saudou dizendo «Owor Ogun» e apresentando-lhe a mão esquerda, querendo
Significar, desse modo, que o Sr. Blair era um caçador de valor e digno de tomar lugar entre os grandes caçadores.
Em Ife, também o cumprimento com a mão esquerda é dado pelo «Oni» - Chefe Supremo - aos seus subchefes.
Há provavelmente muitos outros exemplos deste costume entre os nativos da África Ocidental, mas é curioso que, se para os maometanos a mão esquerda é impura, ela é, em todas as tribos da África Ocidental, um sinal de honra entre os homens de honra, facto que não foi conhecido senão muitos anos mais tarde e depois duma guerra em que, por toda a parte, os Escuteiros se revelaram «os mais bravos entre os bravos» e dignos de figurar entre os homens de honra de todos os países.

Mística e Simbologia


Mística da III Secção


Ser Pioneiro é....


Ter uma parte do céu no azul de cada um dos nossos lenços;

Ter um "pedacinho" de Deus na alma.


Contribuir para que cada pedacinho se vá juntando a outro pedacinho, construindo assim um céu imenso, fruto do conjunto de muitos pedacinhos.


Viver numa busca incessante de algo que por vezes nem identificamos claramente;


Constatar que já não somos crianças e, olhando, vermos o mundo à nossa volta e sentirmos um desejo imenso de o transformar, ajudando a construir um mundo melhor.


Ser gota de água que fervilha com vida no seu interior, que descobre coisas novas em cada momento, que necessita de modelos e de algo com que se identifique, que procura mais, que quer descobrir mais, aprender mais, saber mais.


Procurar, como os antigos Navegadores, pioneiros na descoberta de novos mundos, o verdadeiro caminho, o rumo certo, seguindo, pela Rosa-dos-ventos, os azimutes correctos em direcção ao Pai.


Colocar ao serviço dos outros as nossas aptidões, partilhar com eles a nossa própria existência.


Viver em Equipa, percorrendo juntos o caminho traçado, onde cada um tem o seu papel, indispensável e insubstituível.


É estar em comunhão ao serviço do próximo e de cada um, ao serviço de Deus e da comunidade, fiéis ao princípio de boa acção e da ajuda aos mais necessitados, cumprindo a missão de enviados que Cristo confiou a cada Homem.


É mostrar aos outros as nossas descobertas e novas capacidades.


É nesta interacção com os outros que a gota de água forma um riacho, se constrói uma corrente orientada, seguindo uma direcção e um sentido estabelecido.


Cada um de nós é esta gota de água, que pode ainda juntar-se a outras formando riachos em torrente que marcam e transformam o mundo, numa demonstração clara da nossa força e da nossa vitalidade!


O Machado é uma ferramenta que nos ajuda nas nossas construções, a abrir caminhos, a derrubar obstáculos, podendo até ser usado para salvar vidas.


O Empreendimento é o local por excelência para congregar estes nossos riachos, misturando as águas e multiplicando as descobertas alcançadas por cada um de nós, que nos permitem passar à acção.


"Padroeiro dos Pioneiros"


S. João de Brito


Nascido em Lisboa, a 1 de Março de 1647. Filho de Salvador de Brito Pereira e de D. Brites Pereira, descendentes da família de D. Nuno Álvares Pereira. Aos dois anos de idade fica órfão de pai. Aos nove, depois de uma infância bastante melindrosa – era de natureza frágil – entra no paço como pagem, ficando ao serviço do Infante D. Pedro. Já nessa altura se revela diferente dos outros rapazes da mesma idade: reza e estuda, não cuidando das coisas vãs.
Aos onze anos fica gravemente doente. Quase sem esperança, a mãe invoca S. Francisco Xavier e promete que, se o filho melhorar, ele vestirá, durante um ano, a roupa dos padres missionários da Companhia de Jesus.
Salva-se... e, uma vez vestida aquela roupa, não mais a quer largar. Pede para ser admitido na Companhia de Jesus, o que só consegue depois de vencer grandes dificuldades, levantadas principalmente na corte, onde não se querem ver privados do seu agradável convívio, e por sua mãe que sabe quanto ele é fraco fisicamente.
A 17 de Dezembro é, finalmente, admitido. Onze anos depois, a seu pedido, é missionário nas piores regiões da Índia, onde desenvolve uma actividade particularmente notável: conversões, baptismos, comunhões, etc., contam-se aos milhares.
É perseguido várias vezes. Chega a estar preso e a ser condenado à morte. A execução, porém, não se realiza. Mas, uma vez em liberdade, sem se atemorizar, continua o seu apostolado. Por toda a parte, o espanto e o respeito acompanham a sua actuação.
As autoridades pagãs, contudo, apertam o círculo da perseguição e, dentro em pouco, é nova e definitivamente preso. Quando lhe comunicam que vai ser executado, alegra-se porque vai morrer pelo Senhor.
A 4 de Fevereiro de 1693, na cidade de Urgur que lhe serviu de cativeiro, é executado a golpes de cimitarra. Morre tranquilamente, dando graças a Deus.
Durante a sua missão em terras da Índia, só uma vez veio à Metrópole, e por ordem que lhe foi dada. Nessa altura, tudo fizeram para o reter por cá, até o próprio rei que o queria para educador dos seus filhos infantes, mas sem resultado. À vida cómoda da Corte, preferia a incerteza das terras ásperas da Índia, onde a "sementeira" do Evangelho ainda estava por fazer. É Patrono dos Pioneiros, porque, na sua vida soube vencer os obstáculos, atravessou os mares para ir ao encontro dos outros, reflectiu seriamente sobre a sua vocação que, uma vez descoberta, nunca abandonou. Espelha bem na sua vida toda a mística dos Pioneiros, simbolizada na gota de água, na machada e no rumo certo da rosa-dos-ventos.




Wednesday, March 28, 2007

O Blog da III

Boas Pioneiros,

Já cá têm um blog para começarem a trabalhar...